Nossa Crítica
Os Banshees de Inisherin apresenta paisagens magníficas, uma história envolta por um tom cômico e personagens muito interessantes e complexos. Sua narrativa é conturbada e nos leva por uma viagem que fala a respeito da mente humana e de suas atitudes e decisões. Essa obra me fez pensar bastante e conseguiu me transmitir algumas mensagens úteis.
O filme nos leva para uma ilha isolada da Irlanda, com uma fotografia muito bonita e paisagens que emanam uma paz e uma solidão em todas as direções. Lá somos apresentados ao Pádraic, um homem que sofre com o julgamento das pessoas dali por ser um “idiota”. Certo dia, seu melhor amigo se distancia dele, o que causa grande questionamento da sua parte. Logo, a trama que é envolvida com um tom mais cômico vai se transformando e vai ganhando um ar mais reflexivo e até tenso. Pádraic demonstra ter algum desequilíbrio psicológico após perder o amigo e desenvolve certa obsessão em recuperar a amizade, mas o tratamento que ele recebe não o ajuda a melhorar. Pelo menos foi assim que eu interpretei. Até mesmo sua irmã, que se torna sua única amiga na ilha, decide ir para o continente buscar uma vida diferente daquela pacata e solitária no vilarejo. Esse filme me deixou um pouco pensativo e me causou alguns sentimentos. Acredito que essa ilha e todos os seus habitantes sejam um recorte da nossa sociedade, onde os defeitos das pessoas foram expostos de maneira quase que trivial, mostrando sua humanidade e tirando mensagens importantes. A trama utiliza o melhor amigo do protagonista para nos questionar a respeito do que seria aproveitar a vida. Aí é quando temos, pra mim, o melhor diálogo do filme, quando Pádraic bêbado responde aos afrontamentos de seu amigo do que seria estar perdendo o seu tempo da vida conversando merda com ele. Isso gera uma discussão interessante do que é aproveitar a vida. Para o amigo de Pádraic seria deixar algo para a posteridade, deixar sua marca na história. Já para o excêntrico protagonista, seria somente ser feliz. A simplicidade como o filme nos mostra isso é na sua rotina, cuidando dos animais e bebendo no bar. Quando a relação entre os amigos vai piorando, consequências graves na vida dos dois vão surgindo. Aqui eu acredito que a loucura e a fragilidade da mente humana aparecem. Durante todo o filme somos apresentados a defeitos e falhas humanas em vários personagens que têm certas atitudes imorais. Assim, no encerramento do longa isso fica ainda mais explícito com o ápice do descontrole mental que se originou de atitudes idiotas de ambas as partes.
Esse filme nos convida a pensar sobre questões complexas da nossa sociedade e também sobre questões mais intimistas numa abordagem reflexiva em uma trama com um conflito aparentemente sem sentido, mas que nos detalhes apresentam simbolismos importantes.
O filme nos leva para uma ilha isolada da Irlanda, com uma fotografia muito bonita e paisagens que emanam uma paz e uma solidão em todas as direções. Lá somos apresentados ao Pádraic, um homem que sofre com o julgamento das pessoas dali por ser um “idiota”. Certo dia, seu melhor amigo se distancia dele, o que causa grande questionamento da sua parte. Logo, a trama que é envolvida com um tom mais cômico vai se transformando e vai ganhando um ar mais reflexivo e até tenso. Pádraic demonstra ter algum desequilíbrio psicológico após perder o amigo e desenvolve certa obsessão em recuperar a amizade, mas o tratamento que ele recebe não o ajuda a melhorar. Pelo menos foi assim que eu interpretei. Até mesmo sua irmã, que se torna sua única amiga na ilha, decide ir para o continente buscar uma vida diferente daquela pacata e solitária no vilarejo. Esse filme me deixou um pouco pensativo e me causou alguns sentimentos. Acredito que essa ilha e todos os seus habitantes sejam um recorte da nossa sociedade, onde os defeitos das pessoas foram expostos de maneira quase que trivial, mostrando sua humanidade e tirando mensagens importantes. A trama utiliza o melhor amigo do protagonista para nos questionar a respeito do que seria aproveitar a vida. Aí é quando temos, pra mim, o melhor diálogo do filme, quando Pádraic bêbado responde aos afrontamentos de seu amigo do que seria estar perdendo o seu tempo da vida conversando merda com ele. Isso gera uma discussão interessante do que é aproveitar a vida. Para o amigo de Pádraic seria deixar algo para a posteridade, deixar sua marca na história. Já para o excêntrico protagonista, seria somente ser feliz. A simplicidade como o filme nos mostra isso é na sua rotina, cuidando dos animais e bebendo no bar. Quando a relação entre os amigos vai piorando, consequências graves na vida dos dois vão surgindo. Aqui eu acredito que a loucura e a fragilidade da mente humana aparecem. Durante todo o filme somos apresentados a defeitos e falhas humanas em vários personagens que têm certas atitudes imorais. Assim, no encerramento do longa isso fica ainda mais explícito com o ápice do descontrole mental que se originou de atitudes idiotas de ambas as partes.
Esse filme nos convida a pensar sobre questões complexas da nossa sociedade e também sobre questões mais intimistas numa abordagem reflexiva em uma trama com um conflito aparentemente sem sentido, mas que nos detalhes apresentam simbolismos importantes.
Nota
3
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